

Livro: Autoestima como Hábito: Uma leitura que pode mudar a forma como você se enxerga.
Autoestima como Hábito, da psicóloga Gislene Isquierdo. Diferente dos tradicionais livros de autoajuda, Gislene trás a neurociência, para explicar por que a autoestima pode ser entendida como um hábito e não apenas como um sentimento, porém de forma acessível, sem transformar o livro em uma leitura acadêmica.
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O que você não viu em: O Diabo Veste Prada.
Revisitando O Diabo Veste Prada, com o olhar de 2026, o filme revela discussões muito além da moda: carreira feminina, ambição, machismo no trabalho, reconhecimento profissional e culpa feminina. Andy, Miranda Priestly e até o ranço eterno do Nate ajudam a mostrar como O Diabo Veste Prada continua atual ao falar sobre sucesso, julgamento social, mercado da moda, trabalho feminino, relações profissionais e a forma como mulheres bem-sucedidas ainda são vistas pela sociedade.
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A vida não é esse morango (do amor) todo
Uma reflexão afiada (e bem-humorada) sobre padrões estéticos, autoestima e a febre do "morango do amor". Por que buscamos tanto pertencer? Como a internet molda nossa imagem? Um texto pra quem já se cansou de se comparar e quer sair do ciclo das tendências.
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Primeiro você começa. Depois você… continua tentando não surtar.
A frase “Primeiro você começa, depois você melhora” virou motivação nas redes, mas e quando não tem “antes” pra mostrar? E quando o processo é silencioso, sem foto, sem prova, sem aplauso? Nem todo progresso dá close. Às vezes, só viver sem surtar já é um baita avanço. Começar sem glamour também é coragem —e seguir, mesmo sem like, é resistência. Afinal, quem disse que precisa ter registro pra valer?
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O arroz doce que ninguém comeu
E quando a gente tenta agradar e, mesmo assim, sente o peso da rejeição? Falar sobre autoestima, síndrome da boazinha e aquele velho medo de não ser escolhida é também falar de autoconhecimento. Porque crescer é aprender a levar o arroz doce — mesmo sabendo que quase ninguém vai querer.
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Maria de Fátima e seu horror a pobre
Maria de Fátima tem horror à pobreza e virou símbolo de um desejo que muita gente esconde: vencer a qualquer custo. A internet transformou o sonho da riqueza em estilo de vida, e o sucesso agora se mede em seguidores, likes e recebidos. Um olhar afiado sobre o impacto das redes sociais na forma como lidamos com autoestima, ambição e o medo de parecer fracassado.
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